More Rockin Noise

My show with Daniel Miller was cancelled last night, so DJ Kynz and I worked all afternoon and into the wee hours of the morning on tracks. We decided it would be fun to get obliterated and attempt to make impromotu ambient music. Five tracks of noise is what resulted. But hey, it was fun.

We did finish a new track in sequencing, now we need to mix and master it to deliver it to you fine people.

And i finished the demo of the song i published on the 17th. That’ll be coming for download soon.

  1. mark says:

    yummy!
    more stuff for mark.

    WAIT til you hear what i did with shep's track.

    new tribal stuff on the way too...tba...

  2. May says:

    1. O local onde o navio estava psanasdo tinha fundo rochoso e ne3o era muito largo. Ale9m disso, as rotas convencionais dos Ferries que seguam para o norte deixam a ilha Giglio por BE, ne3o psanasdo por onde o Comandante (sim, o Comandante. A palavra final sobre a derrota tem que ser dele) decidiu passar, especialmente com um navio daquele tamanho. Eu ne3o passaria ali sem uma extrema necessidade, o que ne3o era o caso, pois estes navios trabalham com uma boa lazeira de tempo para os trajetos entre escalas.2. Segundo o que foi apurado ate9 agora, o Comandante determinou que o navio passasse mais perto da ilha ao inve9s de passar no meio do canal, assumindo um risco desnecesse1rio.3. Atualmente, em regif5es de grande tre1fego como as e1guas europe9ias, e9 comum haver mais de um oficial no passadie7o. Normalmente um senior e um junior , ale9m de timoneiro e vigia . Em e1guas mais tranquilas, como aqui na nossa costa, o mais comum e9 encontrar um oficial e um marinheiro. Em todo caso, se o Comandante determinou que o navio passasse mais perto da ilha, tudo indica que houve um abatimento para BB, o que fez o navio atingir as rochas do fundo.4. Apesar de ne3o ter como eximir de culpa o Comandante, he1 que se admitir que ele teve muita presene7a de espedrito e raciocednio re1pido para manobrar e encalhar o navio em um local onde o mesmo ne3o afundasse por completo. Se isso acontecesse, com o tamanho da avaria identificada, o volume de e1gua entrando era enorme.5. Estranha-me o fato do sistema de controle de estanqueidade ne3o tenha funcionado. Os navios de passageiros tem sistemas com portas nos corredores e uma se9rie de divisf5es que permitem que se mantenham compartimentos estanques mesmo em caso de avarias grossas como foi o caso. O navio que trabalhei em 91/92 tinha 15 compartimentos e com 5 compartimentos isolados era o suficiente para manter a flutuabilidade. O sistema de fechamento das portas podia ser acionado no local ou e0 diste2ncia, do Passadie7o, por sistema eletro-hidre1ulico.6. Para se tripular um navio de passageiro, he1 mais de 15 anos, a coisa ne3o e9 a moda bangu . Para ser gare7on, camaroteiro, barman, recreador, vendedor de loja, funcione1rio do cassino, ou qualquer outra atividade a bordo que ne3o seja o de artista de entretenimento se3o obrigados a fazer um curso sob a chancela da IMO conforme o descrito no STCW/95, Cap 5, Parte 3 (Regra V/3) onde ele e9 treinado para lidar com controle de multidf5es, sobreviveancia no mar e procedimentos de emergeancia. Sem certificado, ne3o embarca! Aqui no Brasil, algumas empresas este3o certificadas pela DPC.7. A bordo, um Of. Mercante com larga experieancia tem uma fune7e3o que e9 a de Safety Officer . Este profissional (que aqui no Brasil tem a fune7e3o empurrada para 2ON mais moderno, quando na Europa, em navios de carga, e9 responsabilidade do 1ON, assim como o hore1rio de 00/04) nem costuma tirar quarto de navegae7e3o. Ele e9 response1vel pela manutene7e3o, testes, inspee7f5es e tudo o que diz respeito aos equipamentos de segurane7a e salvatagem. Ale9m disso, ele e9 o response1vel pelo programa de treinamento das equipes de contingeancia para casos de inceandio, abandono e outras emergeancias. Treinamentos ocorrem praticamente todos os dias e treinamentos gerais se3o feitos a cada intervalo de no me1ximo 2 semanas. Quando um cruzeiro comee7a (embarque de passageiros para iniciar um programa) e9 feito um treinamento nas primeiras 24 horas do mesmo. Isso e9 regra (SOLAS/LSA).8. Na divise3o da lotae7e3o das embarcae7f5es salvavidas, vai haver sempre um Oficial por baleeira, quase sempre dois e ale9m destes, marinheiros e pessoal com formae7e3o maredtima e9 distribueddo pela tabela mestra para haver uma tripulae7e3o maredtima em cada uma delas. As equipes de controle de contingeancia e controle das muster stations , tem como fune7e3o a reunie3o, contagem e condue7e3o dos passageiros para as estae7f5es de desembarque.9. Agora, apesar de tudo que se tem em termos de treinamento, recursos te9cnicos e normatizae7e3o, o fator pe2nico e9 algo com o qual temos que lidar. Quantos relatos temos de ocorreancias em navios mercantes, sem passageiros em que parte da tripulae7e3o entrou em pe2nico? Se3o ve1rios. Se com 20, 30 pessoas isso je1 gera problemas, imagine com 4.000 pessoas a bordo, sendo a grande maioria passageiros?10. Fui 2ON em um navio de passageiros entre 1991/92 durante quase um ano. Conhee7o o funcionamento destas empresas. Um amigo que tambe9m era 2ON no mesmo navio hoje e9 Comandante de um navio de passageiros e nf3s conversamos sempre sobre assuntos relativos ao meio maredtimo. Hoje, CLC he1 10 anos, posso falar com alguma propriedade sobre o assunto.sds,

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